A NAU DO PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT) NAUFRAGOU.

A NAU DO PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT) NAUFRAGOU.

“Tem poderes e alegrias, mesmo a custo, faze em ti aparecer à fé, a certeza na concretização dos objetivos, a esperança em deus e nas forças da vida, a luz e o autocontrole. Alegra-te. Em hipótese alguma admitas em ti o predomínio do desespero, a fraqueza das forças, o pessimismo e o poço de dificuldade”. (Lourival Lopes).

No atual governo, o segundo mandato da presidente Dilma, existe o predomínio do desespero, a fraqueza das forças, o pessimismo e um poço de dificuldades. Esses fatores negativos e deletérios são provenientes de uma má gestão e de um péssimo controle do dinheiro público. Acharam a mina e começaram a subtrair até chegar ao ponto dela secar. As riquezas estão se esvaindo em consequência da ganância de muitos políticos desonestos, adoradores de propinas, desejo de enriquecimento ilícito. Estão fazendo tudo errado e ainda querem encobrir com penas de ganso o tremendo rombo que proporcionaram aos cofres públicos da nação brasileira. Não existe um só Estado da Federação ileso e sem nenhum processo de corrupção.

A corrupção está dizimando p nosso querido Brasil, como a dengue vem matando milhões de brasileiros no decorrer dos anos. A corrupção é um câncer com metátese e não há quimioterapia e radioterapia que dê jeito. Comenta-se com amargura o progresso aparente dos ímpios. Admira-se o crente da boa posição dos homens que desconhecem o escrúpulo, muita vez altamente colocados na esfera financeira. As criaturas terrestres, de modo geral, ainda não aprenderam a ganhar, entretanto, o espírito humano permanece no Planeta em busca de alguma coisa. É indispensável alcançar valores de aperfeiçoamento para toda a vida.

O homem teima em não querer amenizar sua condição de ser imperfeito e continua aprontando as suas, quer no campo material onde predominam o egoísmo, a inveja, a mentira, e a destreza de tirar proveito de tudo para aumentar ilicitamente seu patrimônio. A riqueza moral é muito superior à riqueza material. Se os nossos representantes olhassem com bons olhos para os mais fracos e oprimidos, proporcionando-lhes cursos, empregos a situação estaria bem mais calma e a violência não amedrontaria tanto, pois o homem estaria trabalhando e produzindo para o Brasil. Aqueles que recebem esmolas do governo entram de cara no ócio coletivo e não querem mais trabalhar.

O ócio só trará prejuízos, tais como o consumo de drogas, álcool e outras drogas lícitas e ilícitas que rondam país afora. Que bom seria se todos os jovens fossem incentivados para aprender uma profissão técnica. Se todos os políticos esquecessem a ganância e passassem a trabalhar em prol da população que os elegeu. A mídia tem mostrado com certa constância as incompetências dos governos federal, estadual e municipal. Política não é sinonímia de corrupção e nem de acomodação. Prefeitos não limpam mais as cidades, não capinam, não recolhem o lixo, e as cidades vão virando verdadeiras rampas de lixo e as doenças se proliferam.

Os governadores não concluem suas obras, não investem na saúde, na educação e na segurança e muito menos em saneamento básico e moradias. Uma notícia nos chama a atenção: “Com a assinatura de Dilma” – Documentos e testemunha –chave mostra que a presidente Dilma avalizou o contrato de montagem do Estaleiro Rio Grande, envolvida desde sua origem em esquemas fraudulentos e por onde escoaram mais de R$ 100 milhões em propinas para os cofres do Partido dos Trabalhadores (PT) e aliados. Agora o Estaleiro está sob a mira da Operação lava-jato. Não estamos acusando ninguém, mas o Ministério Público Federal deveria dar uma voltinha aqui no estado do Ceará e ver “In Loco”, as obras do aquário da Praia de Iracema, as obras do Metrofor, construções de hospitais no interior do Estado, pavilhão de feiras e outras obras inacabadas e paralisadas no estado.

O puxadinho do aeroporto que deveria estar pronto na Copa do Mundo está praticamente paralisado e a vila olímpica ao lado do Castelão também deve existir algumas irregularidades. Os preços exorbitantes cobrados no Castelão é algo de imoral e ilegal. Sobre o estaleiro Rio Grande a testemunha se manifestou assim: “Um ex-funcionário da Petrobras que acompanhou de perto todo o processo de construção do Estaleiro Rio Grande deverá nas próximas semanas, sob compromisso de anonimato colaborar com o Ministério Público nas investigações da Operação Lava-jato”. Na última semana, o ex-funcionário contou à Revista “Isto É” detalhes de como foi formado o Estaleiro de onde migraram mais de R$ 100 milhões para os cofres do PT e aliados.

Ele revela como desde a sua a sua origem o Estaleiro está envolvido em um atoleiro de fraudes. Concorrência irregular “Para escapar da lei das licitações, a Petrobras montou o negócio através da corretora Rio Bravo”. Direcionamento para a W Torre – A disputa para à construção do estaleiro em 2006 foi direcionada para a W Torre a pedido da cúpula do PT. Ingerência Política – Ouvia que a W Torre ajudava o PT em São Paulo. Veio à ordem de cima para os aditivos serem aprovados. Em valores sem comprovação. Negócios Suspeitos – Duque “Em 2010, para formalizar o negócio da Engevix com a Funcef, Gerson Almada (vice-presidente da Engevix preso na Polícia Federal teria recorrido a um cacique do PT)”. (Fonte: Revista “Isto É”).

. Dilma e Renato Duque, hoje na cadeia, assinaram o compromisso que implementou o Estaleiro Rio Grande. Escoadouro – O Estaleiro Rio Grande, segundo ex-funcionário da Petrobras, serviu para que cerca de R$ 500 milhões fossem repassados de forma irregular a empresas privadas. Segundo nos informa a Revista “Isto É” a operação Rio Grande teve o seguinte passo a passo: 1- O empresário Daniel Birmann obtém a cessão do terreno do dique seco no município do Rio Grande, apostando no projeto de retomada da indústria naval feita pelo governo Lula.

2- Mudanças no projeto de aquisição de navios pela Petrobras fazem Birmann desistir do empreendimento. Ele então negocia a área para a W Torre. 3- No fim de 2005, a Petrobras formaliza seu plano de adquirir plataformas semissubmersíveis e anuncia uma “concorrência” para fretar o estaleiro que receberá as encomendas. 4 – Para escapar da lei que rege as licitações públicas, a Petrobras nomeia a corretora Rio Bravo para conduzir o processo licitatório. Segundo, um ex-funcionário da estatal, havia pressão da “cúpula” do PT para que a W Torre fosse escolhida. 5 – Ainda de acordo com o ex-funcionário da Petrobras, a Camargo Corrêa chegou a apresentar proposta melhor, mas depois a retirou.

6 – A Rio Bravo então usa um fundo imobiliário para alavancar financeiramente a operação. Como garantia, ela usa um contrato de locação exclusiva do estaleiro para a Petrobras por dez anos. O fundo fica responsável por 80% de todo o investimento, cabendo 20% restantes à W Torre. 7 – A Rio Bravo converte os direitos do contrato em cotas de fundo imobiliário, emitindo cédulas de crédito imobiliário que são adquiridas pela própria Petrobras (99%) que se torna, na prática, a principal financiadora do projeto. 8 - O contrato de R$ 228,8 milhões para a construção da infraestrutura do estaleiro é assinado em 17 de agosto de 2006. A então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, assina o documento na condição de testemunha.

O então gerente da Petrobras, Renato Duque, hoje na cadeia, subscreve o contrato como interveniente (avalista) do negócio. Segundo a testemunha ouvida por “Isto É”, o contrato assinado por Dilma e Renato Duque é fruto de uma operação fraudulenta para favorecer a W Torre. 9 – Um ano depois da assinatura do contrato a Petrobras solicita uma “ampliação” do projeto para permitir a construção de cascos de navios –sonda (FPSO) do pré-sal. É assinado um novo contrato de R$ 216, 8 milhões. 10 – Em 2008, a W Torre reclama do aumento dos custos da obra e pede aditivo de R$ 365 milhões, valor superior ao do contrato.

É formada uma comissão de análise que descobre o lançamento de despesas forjadas. Segundo a testemunha, “veio uma ordem de cima” para que o aditivo fosse aprovado. 11 – Os prazos de entrega das obras estouraram, mas a Petrobras não aciona a cláusula contratual para rescisão e retomada do estaleiro. 12 – Em 2010, a W Torre articula a venda do estaleiro para a Engevix, em parceria com o Funcef, fundo de pensão da Caixa. O negócio é liderado por Gerson Almada, vice-presidente da empreiteira detido na Lava-jato. Cria-se a Ecovix. Segundo procuradores da Operação Lava – jato, o negócio teria sido intermediado pelo ex- ministro Antonio Palocci. 13 – A Engevix assina com a Petrobras uma carta de intenções para a construção de cascos de navios-sonda FPSO para o pré-sal na Bacia de Santos.

A construção se inicia em 2012 e, após atrasos, o primeiro casco sai do estaleiro no final de 2014. A estatal recorre a estaleiros na China para compensar o atraso. 14 – Em 2012, a Petrobras lança nova concorrência para a contratação de 21 navios-sonda. O negócio é entregue a Sete Brasil, empresa criada para intermediar as encomendas a diversos estaleiros. Três navios ficam a cargo do estaleiro Rio Grande. Segundo o delator Pedro Barusco, só esse contrato de US$ 2,3 bilhões gerou propinas de R$ 60 milhões, sendo R$ 40 milhões para o Partido dos Trabalhadores (PT).

Para o advogado Roberto Schultz, não faz sentido Dilma Subscrever o documento. “É incomum ver uma empresa estatal entrando como terceiro num contrato entre empresas privadas”. O ex-ministro Antonio Palocci poderá ser convocado para explicar aas relações com a W Torre. Atrasos em série – Planejado para entrar em operação em 2008, o Estaleiro Rio Grande sofreu atrasos na obra alguns justificáveis pela ampliação do projeto, sendo concluído apenas em 2010. Começou a operar efetivamente em 2011. A Petrobras queria encomendar ao estaleiro a construção /integração de no mínimo quatro plataformas semissubmersíveis.

Mas esse número depois foi reduzido a três. Até hoje, o ERG só conseguiu entregar uma plataforma a P-55, feita pelo consórcio Quip (atual QGI) um parceiro entre UTC, IESA e Queiroz Galvão, empresas envolvidas na lava-jato. Orçada inicialmente em US$ 1,4 bilhão acabou custando US$ 1,9 bilhão. A estatal também encomendou ao estaleiro a construção de cascos de navios-sonda FPSO, num valor inicial de US$ 3,5 bilhões. Por enquanto, apenas um foi entregue (P-66). Outros dois (P-67 e P-69) estão em estágio avançado. O casco da P-68 teve que ser encomendado na China para evitar atrasos e outros dois foram cancelados. A Petrobras permitiu a Engevix terceirizar os contratos restantes.

Por meio da Sete Brasil a Petrobras também encomendou a construção no ERG de três sondas para um total de US$ 2,3 bilhões, não há previsão de entrega. A Engevix disse que todo negócio do Estaleiro custou R$ 410 milhões. Para o ex-funcionário da estatal, “o valor real foi pelo menos o dobro”. De vitrine do PT a símbolo de corrupção. Lula ao invés de fazer um giro fez um jirau. A Petrobras virou o grande escândalo brasileiro e a dor de cabeça de inúmeros corruptos não para, pois mais escândalos surgem como reprodução de vírus.

“A presidente Dilma referendou um contrato repleto de suspeição. Caberá à CPI (Comissão Parlamentar de inquérito) e à força-tarefa da Lava-jato se debruçar sobre esse fato”, disse o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho. Maculado pela corrupção desenfreada que contaminou a legenda, o Partido dos Trabalhadores se mostra alheio à realidade, apela ao radicalismo, lança um manifesto em que ignora a sucessão de escândalos que protagonizou e ainda posa de vítima. O pior cego é aquele que não quer enxergar. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-JORNALISTA-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AOUVIRCE E DA ALOMERCE.

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